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Essa tela é uma homenagem aos 15 anos da Camerata e traz como cenário a vista do Parque da Luz. Um dos lugares mais bonitos da ilha que certamente poderia ser melhor aproveitado e usufruído pela cidade.

“Ensaio à meia Luz” – 100×150cm. Você pode conferir os detalhes e outros trabalhos no site.
www.alexandrefreirearte.com.br
É difícil ficar parado quando se tem “formigas” na cama, então, se é para mudar de lugar no espaço, que seja na direção de algo melhor.
Assim, agradecendo de antemão ao meu grandessíssimo amigo Renato Saboya, convido a conhecer a nova versão do site www.alexandrefreirearte.com.br. Lá se pode encontrar mais detalhes sobre os trabalhos publicados como: tamanhos, onde podem ser encontrados, disponibilidade para venda… Vale a pena conhecer também www.aldeiaurbana.com.br
Que é responsável pela arquitetura do novo site!
O Blog continua como espaço de informação discussão e, (por que não?) divagação.
Algumas telas que dão continuidade as séries “Aqui Alí” e “Estória de Pescador”
Um Grande abraço a todos!


Lendas e Rendas é um desdobramento do tema anterior “Brasilidade”.
A renda já aparece na “Estória de pescador” como uma analogia a fragilidade da pesca artesanal agora começa a tomar força e outros contornos nesta série que mostra temas livres com referências históricas e espirituais nem sempre diretas que proporcionam diferentes interpretações. Como a “Redenção” do Pescador e a pequena “Maria da Liberdade”.
Hans Broos e a Maria da Liberdade
“Rendenção” do pescador
Ambas as telas estiveram em exposição no Café das Artes, na Rua Esteves Júnior, em frente ao Colégio Catarinense.
Quem foi conferir teve o prazer de conhecer também o trabaho do arquiteto e artista plástico Diego Rossi com seus “Passaros Fantásticos” (realmente fantásticos!)
Pássaro Fantástico – por Diego Rossi
A série ”Estória de Pescador” procura mostrar cenas do cotidiano da ilha e a relação das pessoas com o mar. Algumas telas fazem referência a lugares que foram modificados pelos aterros e tiveram essa relação rompida ou modificada.A renda aparece como uma analogia à fragilidade da cultura da pesca artesanal.As telas desta série estiveram em exposição no Nigiri – Lagoa da Conceição em jan/fevereiro de 2008.
“O Passeio do Passarinho” é uma série que procura se aproximar de temas sociais sem perder o foco na cultura popular brasileira. Aparecem nesta série o ‘Galo Campina’ (ou cardeal em algumas partes do Brasil), o vaqueiro do sertão nordestino (“Entre os Mandacarús”), o Malandro (“Ah Malandragem”) e o hábito, a principio engraçado, de passear com o passarinho, comum no interior da ílha…
Divagação 02 (obviamente) é a continuação da série Divagação e inaugurou o espaço cultural da livraria Paraler em Jurerê Internacional. Tem como temas alguns autores da literatura catarinense, o patrimônio não-físico e a sabedoria popular.
Atualmente, as telas disponíveis podem ser encontradas nor Açores Bar e Restaurante, em Santo Antônio de Lisboa.
…”Para aplicar uma firula exata, de pintor, para emplacar o que pinacoteca, nega, pintura mais fundamental, que um chute a gol?…”
Chico Buarque – Música – O Futebol.
A série “a bola” procura mostrar momentos históricos das copas passadas, alguns inclusive que só conheço de videos antigos como o passe antológico de Pelé para Carlos Alberto na Copa de 70. Foi apresentada pela primeira vez simultaneamente no Café das Artes e no restaurante Nigiri na ocasião da Copa de 2006 (sem comentários) e acabou fazendo parte do cenário do Fantástico do dia 26 de junho (uma semana antes do fiasco).
Na época, fiquei tão injuriado que escrevi um texto para tentar salvar a dignidade da série que mostra momentos históricos do nosso Futebol.
Eu quero acreditar!
Espero que um episódio como este último Brasil x França não tenha diminuído o patriotismo da grande maioria dos brasileiros, como não fez com o meu. Lembremos que além de copa, neste ano tem eleição. À parte de explicações esfarrapadas e teorias de conspiração, quero acreditar que cento e doze anos de coragem e paixão não podem ser diminuídos por noventa e poucos minutos de mediocridade condenável, seja ela moral ou técnica. Quero acreditar que até mesmo passagens negras da nossa história tenham algum efeito positivo na nossa forma de encarar as adversidades do mundo e da vida, e para servir-me de um clichê oportuno, “o que não nos mata, nos torna mais fortes”.
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